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Combate a Incêndios

Brigadistas do Terra Brasilis combateram cerca de 60 incêndios em 15 dias

A forte estiagem que castiga o estado de Minas Gerais tem favorecido a propagação de inúmeras queimadas. Com o objetivo de combater estes incêndios em áreas naturais e protegidas e preservar a biodiversidade, o Instituto Terra Brasilis mantém quatro equipes de brigadistas, totalizando 40 pessoas, espalhadas na região do Quadrilátero Ferrífero, com bases em Nova Lima, Itabira, Barão de Cocais e Mariana. Esse trabalho já é realizado há cerca de cinco anos.

Segundo Sônia Rigueira, coordenadora geral do Programa de Prevenção e Combate a Incêndios em Áreas Naturais e presidente do Instituto Terra Brasilis, somente nas duas últimas semanas foram atendidas cerca de 60 ocorrências de incêndio nas quatro regiões em que atua, sendo 7 apenas na última terça-feira (14/10) que mobilizaram 35 efetivos.

“Como a vegetação está muito seca, e com o vento forte, o fogo se alastra com muita facilidade e rapidez, o que dificulta bastante o nosso trabalho. Basta uma faísca para se deflagrar um incêndio. Algumas atitudes, como não jogar cigarro na beira de estradas, evitar a queimada em pastagens e lavouras, mesmo que controlada, e fazer o popular aceiro, que cria barreiras para o avanço do fogo são medidas preventivas muito importantes para evitar um incêndio”, explica Anderson Freitas, coordenador da base de Nova Lima.

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Ciência na escola

Atividades do circuito 'Fazendo Ciência' estimulam a criatividade e a participação dos alunos

Entre os meses de setembro e novembro, cerca de 350 alunos de escolas da região da Serra da Canastra participaram de atividades práticas de educação ambiental do Projeto Pato Aqui, Água Acolá. Até o momento seis municípios foram visitados, São Roque de Minas, Vargem Bonita, Piumhi, Capitólio, Delfinópolis e São João Batista do Glória.

“Realizamos diversas práticas com os alunos, como análise da qualidade da água por meio da medição do pH com o extrato do repolho roxo, construção de ecossistemas experimentais e análise de diferentes tipos de solo”, explica Jéssica Reis, educadora ambiental do projeto.

As atividades fazem parte do circuito 'Fazendo Ciência' que desenvolve várias oficinas e práticas de educação ambiental com alunos do sexto ano do ensino fundamental de escolas públicas e privadas de doze municípios na área de atuação do Projeto Pato Aqui, Água Acolá.

O objetivo das atividades é trabalhar com os alunos, em parceria com os professores, as causas e consequências dos problemas ambientais relacionados à conservação dos solos, dos recursos hídricos, da biodiversidade e do bioma cerrado, contribuindo assim na formação da consciência ambiental destes alunos.

Ao final das atividades, os alunos e professores receberam o kit de divulgação do projeto Pato Aqui, Água Acolá, composto por mochila, caderno, caneta e régua.

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Proteção de nascentes e de áreas ciliares

As atividades de proteção de nascentes e recuperação de áreas ciliares do Programa Pato-mergulhão foram ampliadas. Até o momento, mais 51 nascentes e 9 áreas ciliares já foram selecionadas e estão recebendo o material para cercamento.

As nascentes e áreas ciliares estão sendo protegidas através do cercamento, impedindo o acesso e o pisoteio do gado, e propiciando a regeneração da vegetação natural. Em alguns casos, para acelerar a regeneração da vegetação natural, será também feito o plantio de mudas, especialmente nas áreas ciliares.

Estas atividades de proteção das nascentes e recuperação de áreas ciliares estão desenvolvidas em parceria com os produtores rurais, que têm um papel fundamental na proteção do hábitat do pato-mergulhão.

“Esperamos que os cercamentos tenham um efeito multiplicador em toda a região. Por isso, desenvolvemos também um trabalho de sensibilização dos produtores sobre a importância de conservar e proteger os recursos hídricos”, afirma Lívia Lins, coordenadora do projeto.

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